Acordei daquela que foi uma noite serena (com a excepção da mordidela de um escaravelho, que me deve ter confundido com uma das bolas de bosta com que andava atarefado). Tomámos um pequeno-almoço à moda do deserto e subimos para camelos, de volta às nossas andanças pelo Tahar.
Ao chegar a determinado ponto o nosso guia resolveu por os meus camelos a correr: o meu se importou nada e saiu disparado que nem um louco, atropelando o que quer que fosse que lhe aparecesse à frente. Como o do Phill vinha preso por uma corda à minha sela, teve que correr também, o que fez ressentir o estômago do Phill, que quando desceu do camelo estava um pouco enjoado (a tal ponto que enquanto eu almoçava ele teve que se afastar para vomitar).
A seguir ao almoço veio a típica sesta e, terminada esta, foram-nos buscar de carro e levaram-nos de volta ao Hotel, em Jaisalmer. Demos uma volta e fomos ao lago Gandisar, um local envolto na lenda da Prostituta que mandou construir um arco contra as ordens do Marajá, e fez valer a sua vontade por mandar construir a estátua de Krishna no topo deste, impedindo o marajá de o mandar destrui, devido ao seu zelo religioso.
O lago é um local mágico, repleto de serenidade, onde os transeuntes passeiam num ambiente de calma e paz e foi ali que presenciámos outro pôr-do-sol de uma beleza arrebatadora: parece que tudo à nossa volta explodia em tons de vermelho, desde o lago, às casa, passando pelas imagens de Ganesh.
Regressámos ao Hotel, onde conhecemos 3 rapazes portugueses que também andavam à aventura, jantámos no terraço e fomos dormir.
Ao chegar a determinado ponto o nosso guia resolveu por os meus camelos a correr: o meu se importou nada e saiu disparado que nem um louco, atropelando o que quer que fosse que lhe aparecesse à frente. Como o do Phill vinha preso por uma corda à minha sela, teve que correr também, o que fez ressentir o estômago do Phill, que quando desceu do camelo estava um pouco enjoado (a tal ponto que enquanto eu almoçava ele teve que se afastar para vomitar).
A seguir ao almoço veio a típica sesta e, terminada esta, foram-nos buscar de carro e levaram-nos de volta ao Hotel, em Jaisalmer. Demos uma volta e fomos ao lago Gandisar, um local envolto na lenda da Prostituta que mandou construir um arco contra as ordens do Marajá, e fez valer a sua vontade por mandar construir a estátua de Krishna no topo deste, impedindo o marajá de o mandar destrui, devido ao seu zelo religioso.
O lago é um local mágico, repleto de serenidade, onde os transeuntes passeiam num ambiente de calma e paz e foi ali que presenciámos outro pôr-do-sol de uma beleza arrebatadora: parece que tudo à nossa volta explodia em tons de vermelho, desde o lago, às casa, passando pelas imagens de Ganesh.
Regressámos ao Hotel, onde conhecemos 3 rapazes portugueses que também andavam à aventura, jantámos no terraço e fomos dormir.
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