Desta vez não nos preocupámos muito com despertar cedo: ainda tínhamos dois dias para queimar em Jodhpur!
Fomos até à estação, onde percebemos que não existem comboios directos de Jaisalmer para Udaipur, pelo que tivemos que alterar os planos, excluindo Bikaner do roteiro.
Já com o bilhete de Udaipur para Mumbai comprado, resolvemos apanhar o “tuc-tuc” para o memorial “Jaswant Tada”, um local impregnado de serenidade e com uma vista soberba sobre a cidade.
Dali caminhámos até ao “Merengharth”, o que se revelou um passeio pitoresco, por entre lagos com lavadeiras e burros a passear à beira da estrada, ao longo do qual pudemos sentir o sol e o vento no topo da montanha.
O palácio parece saído de um postal: é um misto de fortaleza do deserto com um palácio luxuoso, minuciosamente trabalhado, com exposições de berços dos marajás e de palanquins.
Saídos dali fomos até ao hotel onde nos refastelámos com um excelente almoço seguido de uma merecida sesta. Já restabelecidos, fomos até ao multibanco (é relativamente fácil fazer levantamentos ATM na Índia), fizemos mais compras (colchas, lenços, especiarias, chás, artesanato…) e outras duas vacas tentaram marrar-me (nada a fazer: não consegui estabelecer empatia com as vacas desta cidade).
Mais um passeio e seguimos até ao hotel para jantar, ver outro magnífico pôr-do-sol reflectido nas casas em tons de azul e depois dormir.
Fomos até à estação, onde percebemos que não existem comboios directos de Jaisalmer para Udaipur, pelo que tivemos que alterar os planos, excluindo Bikaner do roteiro.
Já com o bilhete de Udaipur para Mumbai comprado, resolvemos apanhar o “tuc-tuc” para o memorial “Jaswant Tada”, um local impregnado de serenidade e com uma vista soberba sobre a cidade.
Dali caminhámos até ao “Merengharth”, o que se revelou um passeio pitoresco, por entre lagos com lavadeiras e burros a passear à beira da estrada, ao longo do qual pudemos sentir o sol e o vento no topo da montanha.
O palácio parece saído de um postal: é um misto de fortaleza do deserto com um palácio luxuoso, minuciosamente trabalhado, com exposições de berços dos marajás e de palanquins.
Saídos dali fomos até ao hotel onde nos refastelámos com um excelente almoço seguido de uma merecida sesta. Já restabelecidos, fomos até ao multibanco (é relativamente fácil fazer levantamentos ATM na Índia), fizemos mais compras (colchas, lenços, especiarias, chás, artesanato…) e outras duas vacas tentaram marrar-me (nada a fazer: não consegui estabelecer empatia com as vacas desta cidade).
Mais um passeio e seguimos até ao hotel para jantar, ver outro magnífico pôr-do-sol reflectido nas casas em tons de azul e depois dormir.
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