Este foi um dos dias mais corridos da viagem, pelo que a sua descrição terá que ser feita através de um breve sumário:
- Acordamos às 6h da manhã para tomar banho e nos despacharmos para o pequeno-almoço;
- Passeio a pé pela Cidade Velha (também conhecida por “Cidade Rosa”, devido à cor dos seus edifícios): visitamos o Jantar Mantar (observatório), Palácio da Cidade e Wallah Mahal (Palácio dos Ventos);
- Encontramos um guia que já tinha metido conversa connosco no dia anterior e que se oferece para nos levar a visitar o Palácio da Água, um estábulo de elefantes (Jaipur é a cidade dos elefantes e eu ADORO elefantes!!!) e o Palácio de Mármore;
- Enquanto estamos a tirar fotografias em frente ao lago onde se encontra o Palácio da Água assistimos a um homicídio (ou pelo menos, a uma tentativa): dois gajos dão um porradão noutro até o deixar inconsciente e depois atiram o corpo à água… Quando acabam o serviço olham cá para cima e apercebem-se de que eu e o Phill assistimos a tudo: agarro no braço do Phill e corremos para dentro do táxi, saindo dali para fora num instante;
- Visitamos o estábulo de elefantes onde nos foi explicada a relação entre estes animais e os seus cornacas e onde lhes pude mexer à vontade, fazer festas, agarrar-lhes na tromba… enfim, parecia um puto!
- Visitamos o “Palácio de Mármore”, que não passa de um jardim semi-abandonado com alguns pavilhões de mármore em estilo Mogol: o fulano explica-nos que aquilo é o cemitério das rainhas de Jaipur e que foi a última rainha de Jaipur havia ali sido enterrada na semana anterior (NOTA: os hindus são cremados – e não enterrados – e a Maharani de Jaipur encontra-se viva e de saúde… estes gajos são tão aldrabões);
- Terminado o passeio voltamos ao Hotel para nos estendermos um pouco à sombra no terraço e almoçar;
- Visitámos as Missionárias da Caridade em Jaipur, onde sinto que levei um murro no estômago: 261 pacientes (entre homens e mulheres, deficientes mentais e aleijados) entregues a apenas 6 irmãs, sendo que uma delas estava fora para concluir o Curso de Medicina e a outra estava em casa do Pai, onde o assistia nos últimos momentos de vida. Foi a enérgica Irmã Sama Sita que nos recebeu calorosamente e nos fez a visita guiada pela Casa, onde pudemos ver o Sofrimento de mão dadas com a Esperança e o Carinho. Aproveitámos para ficar um bocado na capela a rezar com duas Irmãs (é indescritível a Paz que se vive ali, no meio de tanta angústia mesmo ao lado), e de seguida despedimo-nos da Irmã: sinto que quando saí dali, algo tinha mudado na perspectiva como vejo as coisas;
- Fomos passear por uma das maiores avenidas da Cidade e fazer algumas compras (muitas, muitas, muitas!);
- Regresso ao Hotel, jantar e dormir.
- Acordamos às 6h da manhã para tomar banho e nos despacharmos para o pequeno-almoço;
- Passeio a pé pela Cidade Velha (também conhecida por “Cidade Rosa”, devido à cor dos seus edifícios): visitamos o Jantar Mantar (observatório), Palácio da Cidade e Wallah Mahal (Palácio dos Ventos);
- Encontramos um guia que já tinha metido conversa connosco no dia anterior e que se oferece para nos levar a visitar o Palácio da Água, um estábulo de elefantes (Jaipur é a cidade dos elefantes e eu ADORO elefantes!!!) e o Palácio de Mármore;
- Enquanto estamos a tirar fotografias em frente ao lago onde se encontra o Palácio da Água assistimos a um homicídio (ou pelo menos, a uma tentativa): dois gajos dão um porradão noutro até o deixar inconsciente e depois atiram o corpo à água… Quando acabam o serviço olham cá para cima e apercebem-se de que eu e o Phill assistimos a tudo: agarro no braço do Phill e corremos para dentro do táxi, saindo dali para fora num instante;
- Visitamos o estábulo de elefantes onde nos foi explicada a relação entre estes animais e os seus cornacas e onde lhes pude mexer à vontade, fazer festas, agarrar-lhes na tromba… enfim, parecia um puto!
- Visitamos o “Palácio de Mármore”, que não passa de um jardim semi-abandonado com alguns pavilhões de mármore em estilo Mogol: o fulano explica-nos que aquilo é o cemitério das rainhas de Jaipur e que foi a última rainha de Jaipur havia ali sido enterrada na semana anterior (NOTA: os hindus são cremados – e não enterrados – e a Maharani de Jaipur encontra-se viva e de saúde… estes gajos são tão aldrabões);
- Terminado o passeio voltamos ao Hotel para nos estendermos um pouco à sombra no terraço e almoçar;
- Visitámos as Missionárias da Caridade em Jaipur, onde sinto que levei um murro no estômago: 261 pacientes (entre homens e mulheres, deficientes mentais e aleijados) entregues a apenas 6 irmãs, sendo que uma delas estava fora para concluir o Curso de Medicina e a outra estava em casa do Pai, onde o assistia nos últimos momentos de vida. Foi a enérgica Irmã Sama Sita que nos recebeu calorosamente e nos fez a visita guiada pela Casa, onde pudemos ver o Sofrimento de mão dadas com a Esperança e o Carinho. Aproveitámos para ficar um bocado na capela a rezar com duas Irmãs (é indescritível a Paz que se vive ali, no meio de tanta angústia mesmo ao lado), e de seguida despedimo-nos da Irmã: sinto que quando saí dali, algo tinha mudado na perspectiva como vejo as coisas;
- Fomos passear por uma das maiores avenidas da Cidade e fazer algumas compras (muitas, muitas, muitas!);
- Regresso ao Hotel, jantar e dormir.
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